Astrologia do Amor: a mesma pedra, outro mapa

Astrologia do Amor: a mesma pedra, outro mapa Você já tropeçou na mesma pedra, apenas com um nome diferente, quando o assunto é relacionamento? Essa foi a pergunta que chegou até mim nesta semana. Em um mês com cinco domingos, o tema de hoje foi escolhido por vocês. E, com a proximidade do Dia dos Namorados, fica difícil não olhar para aquilo que a gente repete no amor. A gente costuma culpar a sorte ou o famoso dedo podre. Mas a verdade é que a gente repete porque reconhece. A astrologia fala de destino e de leitura de tempo, não de misticismo. E no desenho do nosso mapa, a memória dos nossos primeiros afetos é lida pela Lua. O problema é que, muitas vezes, aquilo que chamamos de segurança é apenas uma ferida antiga com cara de casa. Se você aprendeu cedo que afeto exige sacrifício, pode acabar buscando relações em que precise se diminuir. Se o cuidado veio misturado com instabilidade, o sossego parecerá sem graça. O mapa não inventa isso; ele apenas traduz como as nossas defesas ganharam lugar na forma de amar. Mas o mapa afetivo vai além da Lua. O Sol aponta o nosso querer consciente, a direção que escolhemos. Já Vênus e Marte entram na linha de frente. Vênus mostra o que valorizamos, como criamos laços e negociamos trocas. Marte aponta o nosso desejo cru, a forma como reagimos, colocamos limites e defendemos nosso espaço. A frustração amorosa costuma aparecer quando essas partes não conversam dentro de nós. Você pode querer uma relação estável pelo seu Sol, mas sentir atração por quem traz turbulência pela sua Lua. Pode valorizar o diálogo pela sua Vênus, mas reagir com disputa ou fuga diante de qualquer incômodo pelo seu Marte. O outro vira uma tela onde projetamos antigos conflitos. Grandes encontros não chegam para nos salvar, eles revelam. Para sair do automático, a pergunta precisa mudar. Em vez de perguntar “por que as pessoas fazem isso comigo?”, vale investigar por que você continua aceitando esse lugar. A leitura do mapa devolve a clareza e a autoria das suas escolhas, para que você pare de exigir que o outro resolva as suas repetições. Afinal, ler o céu é aprender a reconhecer o tempo em que estamos. Elaine Sampaio Imenes Perfil Profissional Elaine Sampaio Imenes é química, professora, terapeuta holística e astróloga. Atua na interface entre ciência, saúde e cultura, desenvolvendo projetos ligados às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). É presidente do Sindicato dos Astrólogos do Estado do Rio de Janeiro (SINARJ) e criadora da Metodologia das Encruzilhadas. Dedica-se ao estudo das relações entre ciclos celestes, tempo histórico e experiência humana, articulando astrologia, educação e cuidado. É autora da coluna Leitura do Tempo. Canais de Atendimento e Redes Whatsapp: (21) 98881-9073 Email: contato@elaineimenes.com Instagram: @elaineimenes.astrologia Youtube: Elaine Imenes Astrologia
Astrologia: O que fica quando o tempo passa: o retorno de Saturno

Astrologia: O que fica quando o tempo passa: o retorno de Saturno
Astrologia | Sol em Gêmeos: a arte de mudar a pergunta

Sol em Gêmeos: a arte de mudar a pergunta Nesta semana, o ritmo do tempo passa por uma mudança nítida. O Sol encerra o seu ciclo na terra de Touro e, na noite de quarta-feira, dia 20 de maio, às 21h37, ingressa em Gêmeos. Saímos de um período focado no que é sólido e entramos em um momento de curiosidade, troca e movimento, onde a fala, a circulação e a troca de informações ditam a regra. Se nos últimos dias a exigência era realizar e manter a base, agora o convite é para circular, observar, perguntar e aprender. Gêmeos é o arquétipo da ponte. Ele representa a nossa capacidade de ligar dois pontos, de traduzir o que pensamos e de encontrar saídas onde a situação parecia travada. Os antigos deram um rosto a essa força: Hermes. Ele é o deus das encruzilhadas e das conversas, o mensageiro capaz de transitar livremente entre as alturas e o mundo invisível. Hermes ensina que a vida não exige apenas certezas absolutas, mas jogo de cintura, escuta e capacidade de responder ao que a realidade pede. Com o Sol iluminando esse setor até o dia 21 de junho, sentiremos uma vontade maior de estabelecer conexões. É como se o céu abrisse as janelas para arejar o que estava parado. As conversas mudam de tom, informações chegam e até situações antigas podem começar a ser vistas de outro jeito. Mas o ponto de atenção dessa energia é a sua própria velocidade: no desejo de saber tudo e estar em todos os lugares, há o risco de ficar apenas na superfície. O cuidado agora é deixar o ar entrar sem que o excesso de estímulos vire apenas barulho, ansiedade e dispersão mental. A vida acontece na nossa capacidade de adaptação. Mudar de ideia não é sinal de fraqueza, mas de vitalidade. Esse novo ciclo solar lembra que a rigidez paralisa, enquanto a flexibilidade permite contornar os imprevistos. Nem toda mudança é falta de coerência. Às vezes, ela só mostra que você percebeu algo que antes não conseguia ver. É um momento excelente para retomar conversas que estavam pendentes, rever acordos antigos ou simplesmente permitir que a rotina fique mais leve. Para sair do automático hoje, proponho um pequeno exercício: identifique um assunto em que você sente que as coisas estancaram. Onde uma boa conversa, uma pergunta curiosa ou uma simples mudança de rota pode resolver o que a teimosia não conseguiu mover? Talvez o problema não seja a falta de resposta, mas insistir sempre na mesma pergunta. Deixe o ar entrar e observe como a percepção muda quando a gente se permite ser um pouco mais aprendiz e menos dono da verdade. Afinal, ler o céu é aprender a reconhecer o tempo em que estamos. No próximo domingo, 24 de maio: vamos identificar qual área do seu mapa natal exige que você ocupe o cenário com consciência. O tempo não perdoa quem se omite. O céu indica a intenção, mas o que se faz com ela permanece como escolha. É hora de dar o seu próximo passo. Sem pedir licença. Elaine Sampaio Imenes Perfil Profissional Elaine Sampaio Imenes é química, professora, terapeuta holística e astróloga. Atua na interface entre ciência, saúde e cultura, desenvolvendo projetos ligados às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). É presidente do Sindicato dos Astrólogos do Estado do Rio de Janeiro (SINARJ) e criadora da Metodologia das Encruzilhadas. Dedica-se ao estudo das relações entre ciclos celestes, tempo histórico e experiência humana, articulando astrologia, educação e cuidado. É autora da coluna Leitura do Tempo. Canais de Atendimento e Redes Whatsapp: (21) 98881-9073 Email: contato@elaineimenes.com Instagram: @elaineimenes.astrologia Youtube: Elaine Imenes Astrologia
Astrologia: A memória do colo e o ritmo da Lua

A memória do colo e o ritmo da Lua Neste domingo de Dia das Mães, o convite é para olhar para a Lua além das fases que vemos no céu. Na astrologia, ela representa a nossa primeira morada e o registro de como aprendemos a receber e a oferecer cuidado. Quando celebramos esta data sob essa ótica, não falamos apenas de biologia ou de quem tem filhos, mas de uma função que todos nós carregamos: a capacidade de nutrir a própria vida e construir segurança emocional. A Lua é o astro que rege o signo de Câncer, o que a conecta diretamente com a nossa ancestralidade, com as raízes e com o que nos faz sentir, de fato, em casa. Ela governa as funções básicas que sustentam a nossa existência: o ritmo do sono, o conforto da comida, a memória e a nossa resposta instintiva aos desafios. É, em essência, a nossa infraestrutura invisível. No entanto, para entender como essa proteção funciona para cada um de nós, é preciso mergulhar na nossa arqueologia pessoal. Não existe uma “receita” única de cuidado. Compreender em qual signo a Lua estava no momento do nosso nascimento, em qual casa do mapa ela atua e quais aspectos ela faz com outros planetas é o que nos permite decifrar a nossa linguagem particular de afeto e segurança. Para um homem, conhecer a sua própria Lua é entender que a sua força não vem de ser invulnerável, mas de saber acolher as próprias necessidades sem vergonha. Neste domingo, o convite é para honrar a função do cuidado em todas as suas formas. O acolhimento não é um luxo, mas uma estratégia de sobrevivência; nenhum plano se mantém de pé quando o corpo e a alma pedem socorro. Para sair do automático, perceba o que realmente te nutre hoje. Não falo de grandes metas, mas daqueles gestos pequenos que devolvem o equilíbrio, como o silêncio de um café ou o respeito ao seu próprio cansaço. Cuidar de si é a forma mais profunda de honrar a vida que recebemos. Afinal, ler o céu é aprender a reconhecer o tempo em que estamos. No próximo domingo, 17 de maio, conversaremos sobre o Ritmo da Vida e o ingresso do Sol no signo de Gêmeos no dia 20 de maio de 2026, trazendo novos ares para a nossa comunicação e curiosidade. (Estas informações não substituem diagnóstico médico. Para questões específicas de saúde, consulte sempre um profissional.) Elaine Sampaio Imenes Perfil Profissional Elaine Sampaio Imenes é química, professora, terapeuta holística e astróloga. Atua na interface entre ciência, saúde e cultura, desenvolvendo projetos ligados às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). É presidente do Sindicato dos Astrólogos do Estado do Rio de Janeiro (SINARJ) e criadora da Metodologia das Encruzilhadas. Dedica-se ao estudo das relações entre ciclos celestes, tempo histórico e experiência humana, articulando astrologia, educação e cuidado. É autora da coluna Leitura do Tempo. Canais de Atendimento e Redes Whatsapp: (21) 98881-9073 Email: contato@elaineimenes.com Instagram: @elaineimenes.astrologia Youtube: Elaine Imenes Astrologia
Astrologia: Por que foi tão difícil descansar com o céu desta semana?

Astrologia com Elaine Imenes: Por que foi tão difícil descansar com o céu desta semana? coluna do dia 26/04



