Entenda os Termos Citados no Vídeo “Fatiamento de Consciências” Jan Val Ellam

O conteúdo dos Slides Acima foi Cedido por: Cristiano Ruschel Perfil Profissional Cristiano Ruschel é médico, estudante e divulgador da Revelação Cósmica, e escritor do livro Universo Ouroboros. Da Editora Conectar, de Jan Val Ellam. É criador do canal no youtube @cristianoruschel – IA, Mitologia, Filofofia e Revelação Cósmica, onde explica por meio de vídeos criados por inteligência artificial, a história do universo com foco no contexto da Revelação Cósmica. Canais de Contato e Redes Instagram: escritorcristianoruschel Youtube: @cristianoruschel Fatiamento de Consciência É a capacidade dos seres de alta hierarquia espiritual de projetar parcelas de sua consciência para animar diferentes corpos ou avatares simultaneamente em diversos planos de realidade. Capacidade dos seres Adhy de dividir a própria consciência em múltiplas expressões simultâneas. Permite criar avatares em diferentes níveis da realidade. Sofia (Sophia) Ser biodemo que atua como o suserano do universo material (Bhuloka). É um avatar de Vishnu e personifica o “Cristo Cósmico” e a sabedoria operacional nesta realidade. Foi o primeiro ser criado no universo material, tambem conhecido como hockmah e Seres Adhy Gênero de espíritos da espiritualidade superior que possuem apenas os corpos átmico e búdico. Eles detêm propriedades mentais que superam as dos espíritos criados “simples e ignorantes”. odem sustentar múltiplas personalidades/expressões ao mesmo tempo. Adhyagia ·Estado mais puro do espírito (nível paradisíaco). Vishnu e Javé Vishnu: O Terceiro Logos, responsável pela sustentação e organização das partículas no universo material. Javé: O Deus bíblico e Primeiro Logos, também conhecido como Brahma ou o “Criador Caído”, que deu origem à criação indevida. Krishna Um avatar do tipo Keshava, representando a expressão direta da divindade através de um corpo biológico com o código genético da Trimurti. Krishna / Keshava Krishna = avatar do tipo Keshava. Keshava = avatar criado com DNA da Trimurti. Prabajna (Prabrajna) O ser Adhy que projetou nosso universo a partir de Perpérion e acabou caindo em sua própria obra, transformando-se no criador adoentado desta realidade. Mavatma Condição do ser primordial da espiritualidade operacional que, ao se envolver na criação laboratorial, deu origem à divindade Vishnu. Espírito da espiritualidade operacional envolvido na criação. Associado a Vishnu. Dharma Representa a lei cósmica e a missão de vida. Wyrd Sistema funcional e impessoal que registra e desdobra as informações acumuladas na existência. Diferente do karma, é um mecanismo neutro de organização do fluxo existencial que “devolve” ao ser o que ele gerou. Funciona como o “computador quântico” da realidade, um mecanismo de retroalimentação que apenas devolve a informação registrada, garantindo que o sistema seja fechado e coerente. Tikun Processo de reparação e reconstrução do corpo mental do criador caído e da própria obra indevida, realizado através da evolução das consciências. Processo de reparação da criação. Objetivo: Reconstruir o criador e Corrigir o “erro original” Keshava Tipo de avatar especial criado com a fusão do “DNA espiritual” dos três senhores da Trimurti: Brahma, Vishnu e Shiva. Mohen So Inteligência primordial (avatar de Vishnu) que projetou o Projeto TALM e os fornos replicadores para semear a vida biológica no universo material. Ragnarok Evento da mitologia nórdica que simboliza o fim de um ciclo e a destruição do mundo, correlacionado na Revelação Cósmica com eventos traumáticos ocorridos no passado do sistema solar. Yggdrasil A “Árvore do Mundo” que conecta os nove reinos. Simboliza a interconexão de todos os seres e a estrutura que sustenta os diferentes planos da existência. Ashram Local de retiro espiritual voltado para a prática de Yoga, meditação e busca pelo autoconhecimento sob a orientação de um mestre. Darshan O ato sagrado de “ver e ser visto” por uma divindade ou mestre espiritual, permitindo a absorção de sua presença e energia. Sai Baba Mestre espiritual indiano considerado um avatar de Shiva (Condição Adhyajna), que promoveu valores de amor e serviço universal. Savna O espírito da espiritualidade operacional que se envolveu na criação indevida para ajudar Brahma, tornando-se Shiva e introduzindo a entropia (Tamas) para garantir o fim da obra. Além de ajudar Brahma, ele é o espírito que deu origem a Shiva ao se envolver na criação e aplicar a energia Tamas (entropia) para garantir que a obra indevida tivesse um fim planejado. Adhyagia É a condição de espírito puro (corpo átmico) vinculada à Espiritualidade Superior (100% perfeita), antes de qualquer fatiamento ou envolvimento em zonas laboratoriais.
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Introdução: O Resgate do Conhecimento Proibido A história da humanidade é frequentemente contada através dos olhos dos vencedores, das instituições que sobreviveram ao tempo e das escrituras que foram oficialmente chanceladas. No entanto, em 1945, um acontecimento nas proximidades de uma falésia no Alto Egito, em Nag Hammadi, trouxe à luz uma biblioteca de manuscritos que permanecera oculta por mais de 1.600 anos. Entre esses documentos preciosos, escritos em copta, encontrava-se um tratado de profundidade única: A Hipóstase dos Arcontes. Este texto não é apenas mais um relato mitológico; ele é uma chave arqueológica e espiritual que nos permite acessar uma visão de mundo que foi sistematicamente combatida e enterrada durante os primeiros séculos da nossa era. O termo Hipóstase, derivado do grego, refere-se à substância, à essência ou à realidade íntima de algo. Portanto, este tratado propõe algo audacioso: desvelar a verdadeira natureza e a origem das autoridades — os Arcontes — que regem o cosmos material e a psique humana. O que o Texto Revela Diferente das interpretações literais que dominaram o pensamento ocidental, “A Hipóstase dos Arcontes” revela que o cenário em que vivemos é fruto de uma arquitetura complexa, gerada por potências intermediárias que operam sob o signo da ignorância e do controle. O texto atua como uma espécie de “lente corretiva” para o livro do Gênesis, oferecendo uma leitura esotérica e técnica sobre como o ser humano foi modelado, por que o medo foi introduzido na nossa consciência e qual o papel real da sabedoria no processo de libertação. Neste e-book, não trataremos este manuscrito apenas como uma curiosidade histórica, mas como uma bússola para o autoconhecimento. Veremos que as revelações contidas no Códice II da biblioteca egípcia estabelecem pontes diretas com tradições ainda mais antigas, como os mitos sumérios e a filosofia platônica, mostrando que a busca pela verdade sobre os regentes do mundo é uma constante na história dos grandes iniciados. Estamos prestes a explorar um conhecimento que foi escondido para que não despertássemos. Ao entender a hipóstase dessas autoridades, o véu da ilusão começa a se rasgar, permitindo que a centelha espiritual, há tanto tempo exilada na densidade da matéria, reconheça finalmente o caminho de volta para sua origem incorruptível. Dando continuidade à nossa exploração, entramos agora na análise técnica das raízes deste conhecimento. Este capítulo estabelece o paralelo necessário entre as escrituras convencionais e a perspectiva revelada pelos antigos sábios, demonstrando que o texto de Nag Hammadi funciona como um “comentário secreto” sobre os fundamentos da criação. Capítulo I: As Fontes e as Sombras do Gênesis Para compreender a Hipóstase dos Arcontes, é preciso primeiro entender que este texto não nega as tradições que o precederam; ele as ressignifica. O tratado apresenta-se como uma releitura esotérica dos primeiros capítulos do Gênesis bíblico (especificamente do capítulo 1 ao 6). No entanto, onde a leitura tradicional vê uma sequência de atos de uma divindade única e benevolente, o olhar gnóstico identifica a atuação de potências intermediárias e os erros de cálculo de um criador cego. A Septuaginta e a Releitura Gnóstica A estrutura narrativa do texto guarda uma relação íntima com a Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento). O autor de “A Hipóstase dos Arcontes” utiliza os mesmos personagens e cenários — o Jardim, a Árvore, Adão, Eva e o Dilúvio — mas altera detalhes cruciais que mudam completamente o significado da história. Essa técnica era comum entre os grandes iniciados: usar a “letra morta” dos textos populares para esconder e, ao mesmo tempo, revelar o “espírito vivo” do ensinamento. Enquanto a tradição ortodoxa enfatiza a obediência e o pecado original, o texto gnóstico foca na Gnose — o reconhecimento da natureza real das autoridades e a descoberta da centelha divina que reside no homem, apesar de sua carcaça material. Conexões Ancestrais: Dos Sumérios aos Manuscritos do Mar Morto A revelação sobre os Arcontes não é um fato isolado na história. Quando analisamos o texto, percebemos ressonâncias claras com mitologias ainda mais antigas, como as da Suméria e da Acádia. Nelas, encontramos figuras análogas aos Arcontes: os Anunnaki, seres que descendem do céu para organizar a terra e que, em muitas versões, veem a humanidade apenas como uma força de trabalho para servi-los. Outra relação fundamental reside nos Manuscritos do Mar Morto. Textos como o Gênesis Apócrifo e o Livro de Enoque (encontrados em Qumran) já descreviam a existência de “Vigilantes” ou seres celestiais que interferiram na linhagem humana. A Hipóstase dos Arcontes sintetiza essas tradições sob uma nova luz: a de que o cosmos visível é um sistema de esferas governado por regentes que tentam, a todo custo, impedir que o ser humano perceba que sua origem é superior à deles. O Gênesis como Mito de Criação e de Controle O capítulo revela que o Gênesis bíblico é um mito de criação, mas a leitura gnóstica o define como um mito de controle. Ao analisar as sombras do texto tradicional, o buscador percebe as fissuras: O Pluralismo Oculto: Quando o texto tradicional diz “Façamos o homem”, a Hipóstase revela que esse “nós” refere-se aos Arcontes — seres limitados que tentam copiar a imagem do Homem Celestial sem possuir o Espírito. A Inveja dos Regentes: O texto mostra que as leis e proibições no Jardim não visavam o bem da criatura, mas eram barreiras para que Adão não despertasse para o seu poder real. Este capítulo nos ensina que, para encontrar a verdade, é preciso ler “entre as linhas”. A Hipóstase dos Arcontes nos oferece o código de decifração para entendermos que a nossa história não começou em um jardim de obediência, mas em uma tentativa de captura de luz, e que cada detalhe da criação material é uma sombra de uma realidade muito mais vasta e luminosa que as autoridades tentam esconder. Avançamos agora para o coração do sistema de controle. Este capítulo explora a identidade e a mentalidade da força central que governa o mundo material, oferecendo uma análise técnica de como a ignorância de uma divindade inferior se
Protegido: E-book: “Esses são os verdadeiros Orixás”

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Protegido: “e-book”: “A Dinastia das Sophias”

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